EPAGRI/CIRAM - NOTICIAS CIRAM http://www.ciram.com.br/ As últimas noticias relacionadas ao ciram. pt-br Copyright© EPAGRI/CIRAM EPAGRI/CIRAM /portal/website/images/pages/rss/logo.jpg http://www.ciram.com.br/ <![CDATA[Amanhecer em São Bento do Sul]]> O Leitor Marcio José Ronska nos presenteia com a belíssima imagem do amanhecer em São Bento do Sul. O momento retrata a Igreja Matriz da cidade às 6h35min do dia 11 de maio. Faça como ele, mande sua foto, vídeo ou relato para nosso site pelo link Colabore.

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<![CDATA[Epagri/Ciram vai monitorar qualidade da água do Rio Camboriú ]]>

Em breve a Epagri/Ciram estará monitorando a qualidade da água consumida pelos moradores de Camboriú e Balneário Camboriú. No dia 18 de maio pesquisadores do Centro vão instalar uma sonda multiparamétrica no Rio Camboriú, para monitorar a qualidade da água no ponto onde é feita a coleta que abastece as duas cidades.

A sonda é mais um dos componentes do sistema de monitoramento ambiental que está sendo instalado na bacia do Rio Camboriú. O sistema será composto por cinco estações meteorológicas instaladas ao longo da bacia, que vão medir e documentar diferentes padrões ambientais da região, como índice pluviométrico, nível e rio e temperatura. O sistema deverá estar funcionando em outubro. Além de formar séries históricas que vão embasar pesquisas na região, os dados também serão usados para prevenção contra eventos meteorológicos extremos.

A criação do sistema de monitoramento foi uma demanda apresentada à Epagri/Ciram pelo Comitê de Gerenciamento da Bacia do Rio Camboriú em 2011. Sua instalação está sendo viabilizada graças a uma parceria entre a Epagri/Ciram, as prefeituras de Balneário Camboriú e Camboriú, a Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento) e a Tedesco Marina Garden Plaza.

Os equipamentos que formam o sistema de monitoramento, inclusive a sonda multiparamétrica, terão capacidade de medir em intervalos de minutos as variáveis ambientais da região. Esses dados serão enviados em tempo real para dois bancos de dados, um na região e o da Epagri/Ciram, em Florianópolis.

Everton Blainski, pesquisador da Epagri/Ciram, explica que a sonda vai formar uma série histórica que permitirá, depois de cinco anos de dados reunidos, a realização de pesquisas sobre o tema. Atualmente a Emasa controla a qualidade da água com uma coleta manual diária. A sonda vai fazer essa avaliação a cada 15 minutos, todos os dias do ano.

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<![CDATA[Epagri dá palestra sobre PSA na Assembleia Legislativa de Alagoas]]> O geógrafo Everton Vieira (foto), da equipe de pesquisadores da Epagri/Ciram, estará em Maceió, capital de Alagoas, nos dias 26 e 27 de abril, palestrando sobre Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA). Ele vai falar sobre o tema no CREA-AL e na Assembleia Legislativa, respectivamente.

A Epagri vem ganhando destaque no cenário nacional de discussões acerca do tema PSA desde sua participação ativa na construção da Lei nº 15133, de 19 de janeiro de 2010, que instituiu a Política Estadual de Serviços Ambientais. Para começar a valer, a Lei depende agora de publicação do Decreto de regulamentação, que também foi redigido com apoio da Epagri. Nos dois casos a Epagri foi representada por Vieira que, desde então, tem participado de diversos eventos nacionais sobre o tema.

“Pagar por um serviço ambiental significa, na prática, oferecer uma compensação financeira ao proprietário que se dispõe a ‘abrir mão’ de uma determinada área em sua propriedade em favor de sua conservação, garantindo as condições necessárias para a manutenção do serviço prestado por aquele ambiente natural”, explica o geógrafo da Epagri/Ciram. Serviços ambientais são benefícios providos pelos ecossistemas naturais, como regulação de gases (produção de oxigênio e sequestro de carbono), proteção da biodiversidade, conservação de solos, regulação do regime hídrico e belezas cênicas.

Na Assembleia Legislativa de Alagoas Everton Vieira vai falar no dia 27 de abril, encerrando uma sessão especial alusiva ao Dia Nacional da Caatinga. O evento terá participação de parlamentares e da população local. Um dia antes ele fala sobre PSA no CREA-AL para uma plateia formada por técnicos e gestores públicos.

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<![CDATA[Sistemas revelam a realidade florestal de Santa Catarina]]> Pesquisadores da Epagri/Ciram lançam, nesta sexta-feira, 27 de abril, o Sistema de Informações Florístico-Florestais de Santa Catarina (SIFFSC). Trata-se de um conjunto de ferramentas computacionais que visam apresentar para a sociedade e o meio científico os resultados do Inventário Florístico Florestal de Santa Catarina (IFFSC). O lançamento ocorre às 10h, na sede da Epagri/Ciram, em Florinaópolis.

A realização do Inventário é uma iniciativa do governo do estado, motivada pela resolução 278/2001 do CONAMA, que trata do uso e conservação das espécies ameaçadas. “O objetivo é usar as informações disponíveis nesse levantamento para subsidiar a definição de políticas públicas, visando equacionar o conflito entre o uso e a conservação dos remanescentes florestais” explica Juliana Mio, engenheira cartógrafa da Epagri/Ciram envolvida no projeto.

O sistema desenvolvido pelos pesquisadores da Epagri/Ciram é composto por três segmentos: o próprio Portal do IFFSC (www.iff.sc.gov.br); o Vinflor, que é o sistema de armazenamento e recuperação dos dados levantados; e o sistema de mapas para web, de livre acesso. O Portal já está no ar e na sexta-feira serão disponibilizados os demais sistemas

O Vinflor reúne, de forma integrada, os dados coletados durante o projeto, permitindo aos pesquisadores diferentes cruzamentos e análises. O sistema de mapas apresenta as informações geradas a partir desses dados e representadas em mapas. É possível visualizar, por exemplo, a ocorrência de espécies, a diversidade genética, as mais raras, as mais importantes, os indicadores de estágio sucessional, a relação da comunidade local (rural) com a floresta, entre outras. “Pelo levantamento se tem ideia de como estão os remanescentes florestais em Santa Catarina, em quantidade e em qualidade, e no sistema de mapas para web essas informações podem ser vistas de forma espacial” explica Juliana.

Apesar de ter um objetivo institucional claro, o SIFFSC também tem o mérito de tornar pública e acessível uma informação fundamental para a sociedade catarinense: a riqueza e a fragilidade dos nossos remanescentes florestais. Nesse sentido, os sistemas desenvolvidos pela Epagri/Ciram são fundamentais para estabelecer um canal de comunicação entre o governo do estado, pesquisadores, estudantes e acadêmicos e a sociedade em geral.

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<![CDATA[Estiagem já provocou prejuízo de R$ 777 milhões à agricultura catarinense]]> A estiagem que atinge Santa Catarina já provocou prejuízo de R$ 777 milhões à agricultura catarinense, segundo levantamento da Epagri/Cepa. A perda é resultado da escassez de chuva verificada no Estado desde o mês de novembro.

Nota meteorológica da Epagri/Ciram aponta que a situação veio num crescente desde outubro, quando as chuvas já começaram a ficar mal distribuídas, principalmente na região Oeste do Estado. Ao longo dos meses a estiagem ampliou sua abrangência, impactando também municípios do Litoral Sul e Alto Vale do Itajaí. “Entre março e os 17 primeiros dias de abril a chuvas ficaram entre 25% e 80% abaixo da média”, esclarece Gilsânia Cruz, meteorologista da Epagri/Ciram.

A falta de chuva atingiu principalmente a safra de grãos (milho, soja e feijão) e a produção de leite, informa a Epagri/Cepa. De acordo com relatório do órgão, o maior impacto foi sentido na safra de milho grão, com perda de 48% da produção e prejuízo de R$ 372,5 milhões. A soja, que aparece em seguida, registrou queda de 24,8% na produção e prejuízo de R$ 192,6 milhões. A produção de leite foi a terceira mais impactada, com perda de 7,4%. Na sequência aparecem fumo, feijão, milho silagem e uva, com perdas de 6,6%, 6,4%, 5,1% e 0,2% respectivamente.

“Pensando em nível global, pode-se dizer que o fenômeno La Niña é um dos principais responsáveis pela estiagem”, explica Gilsânia. O fenômeno intensifica os bloqueios atmosféricos nos oceanos Pacífico e Atlântico, inibindo a chegada de frentes frias a Santa Catarina. Nesse cenário, o estado registrou nos últimos meses massas de ar seco que deixaram algumas regiões com períodos de 7 a 10 dias sem chuva.

Previsão

A previsão não é animadora para o Oeste e Meio Oeste, as regiões mais atingidas pela estiagem. O período que vai até junho ainda deve ser marcado por chuva abaixo da média nessas regiões. Do Planalto ao Litoral, onde há municípios que também sofrem impacto da estiagem, a previsão é um pouco mais otimista e se espera valores mais próximos da média climatológica. Gilsânia ressalta que em maio e junho as chuvas diminuem significativamente em relação ao observado em um verão normal.

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<![CDATA[Inscrições abertas para a Workshop Swat Brasil]]> Estão abertas até a próxima quinta-feira, 12 de abril, as inscrições para a Workshop Swat Brasil, que oferece turmas em níveis introdutório e avançado nas cidades de Florianópolis (SC) e São Carlos (SP). As inscrições devem ser solicitadas pelos e-mails: luisgarbossa@epagri.sc.gov.br, danielle.bressiani@sc.usp.br  e  emm@sc.usp.br.

O número de vagas é limitado e o investimento varia de zero a R$ 75,00, dependo do módulo e da origem do interessado (confira detalhes no folder abaixo). As aulas ocorrem entre 2 e 11 de maio, conforme programação publicada no folder.

O Swat é um programa de computador capaz de simular o comportamento de bacias hidrográficas. Como se trata de um software de uso livre, é amplamente utilizado em estudos de hidrologia pelo mundo. A workshop será ministrada por Raghavan Srinivasan e Charles Allan Jones, professores da Texas A & M University que estão entre os idealizadores do Swat.

A Wokshop Swat Brasil é promovida pela Epagri/Ciram, Escola de Engenharia de São Carlos da USP, Furb e Texas A & M University com verba do CNPq.

Leia AQUI os detalhes do evento e participe!

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<![CDATA[Epagri/Ciram prepara Planejamento Estratégico e Plano Diretor]]> A Epagri/Ciram realiza, nos dias 12 e 13 de abril, workshop que vai mobilizar todos os funcionários do Centro para identificar, no âmbito interno da instituição, os pontos fortes e fracos, bem como as ameaças e oportunidades externas ao Centro. A atividade é resultado do Grupo de Trabalho (GT) constituído pela direção da Empresa para elaborar o Planejamento Estratégico e o Plano Diretor da Epagri/Ciram.

O planejamento estratégico da Epagri/Ciram teve início em outubro de 2011. Naquela data foi realizado em Florianópolis o Seminário Estadual do Setor Público Catarinense para a Prospecção e Identificação de Demandas de Pesquisa e de Serviços Ambientais (foto). Diversas instituições, como universidades, Defesa Civil e Secretarias de Estado, compareceram ao Seminário e apresentaram suas demandas para a plateia, formada pelo corpo de funcionários do Centro.


O processo desencadeado na Epagri/Ciram pode servir de base para ações semelhantes em outras unidades da Empresa. A intenção é planejar as atividades operacionais e de pesquisa de forma a efetivamente atender às demandas da sociedade, aproveitando ao máximo as oportunidades existentes.

O GT é formado pelo Gerente da Epagri/Ciram Edson Silva e pelos funcionários Hugo José Braga, Zenório Piana, Ivan Luiz Zilli Bacic, Everton Vieira e Sergio Zampieri. Conta com o apoio externo do consultor Jesiel Demarco Gomes e de Léo Teobaldo Kroth, funcionário da casa e doutorando no tema.

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<![CDATA[Epagri/Ciram e instituto italiano querem ampliar pesquisa para produção de vinhos finos de altitude]]> Representantes do Istituto Agrário San Michele (foto), de Trento, na Itália, estiveram em Santa Catarina para estudar a possibilidade de renovação do convênio que viabilizou o projeto Tecnologias para o Desenvolvimento da Vitivinicultura Catarinense, desenvolvido entre 2008 e 2011 numa parceria entre a Epagri, a UFSC, o Sebrae e a instituição italiana.

A pesquisa introduziu no Estado 35 variedades de videira para produção de vinhos tintos e brancos. Destas, pelo menos 10 foram consideradas promissoras. Agora os pesquisadores pretendem conseguir financiamento para intensificar a pesquisa com as variedades promissoras e introduzir no Estado outras cultivares italianas, resistentes a doenças.

“Ao testar as cultivares resistentes a doenças esperamos permitir a redução de aplicação de agrotóxicos, melhorando a qualidade de vida dos produtores, a qualidade dos vinhos e a proteção ao meio ambiente”, esclarece Hamilton Justino Vieira, pesquisador da Epagri/Ciram. Ele acrescenta que novas variedades também poderiam aumentar a competitividade dos vinhos catarinenses.

“Os estudos indicaram que existe um potencial muito grande na serra catarinense para produção de vinhos tintos e secos de qualidade superior”, informa Vieira. De acordo com ele, foi possível perceber, nesses quase quatro anos de pesquisa, que o clima influi efetivamente nas características dos vinhos finos.

Agora a Epagri, a UFSC e o Sindivinhos (Sindicato da Indústria dos Vinho do Estado de SC) vão submeter proposta à Fapesc para financiar a continuidade da pesquisa. A primeira etapa teve custo de R$ 1 milhão, financiado pela Província Autônoma de Trento, com gestão da Trentini Nel Mondo.

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