{"id":40352,"date":"2025-03-31T10:47:32","date_gmt":"2025-03-31T13:47:32","guid":{"rendered":"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/?p=40352"},"modified":"2025-03-31T11:00:08","modified_gmt":"2025-03-31T14:00:08","slug":"estiagem-em-sc-veja-como-estao-as-culturas-a-campo-e-a-previsao-do-tempo-para-o-proximo-trimestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/index.php\/2025\/03\/31\/estiagem-em-sc-veja-como-estao-as-culturas-a-campo-e-a-previsao-do-tempo-para-o-proximo-trimestre\/","title":{"rendered":"Estiagem em SC: veja como est\u00e3o as culturas a campo e a previs\u00e3o do tempo para o pr\u00f3ximo trimestre"},"content":{"rendered":"\n<p>As chuvas mal distribu\u00eddas e o calor intenso registrados entre janeiro e mar\u00e7o de 2025 t\u00eam afetado munic\u00edpios das regi\u00f5es Oeste e Meio Oeste de Santa Catarina, provocando um cen\u00e1rio de estiagem. Diante dos impactos potenciais para a agricultura e a pecu\u00e1ria, a Epagri iniciou um levantamento de perdas, em colabora\u00e7\u00e3o com entidades parceiras nos munic\u00edpios, com o objetivo de coletar dados que subsidiem as estimativas de danos. Essas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o utilizadas pelas prefeituras municipais para embasar a declara\u00e7\u00e3o de estado de emerg\u00eancia, al\u00e9m de fornecer orienta\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas para mitigar os impactos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"479\" src=\"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/figura1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41335\" style=\"width:840px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/figura1.jpg 640w, https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/figura1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A dificuldade maior est\u00e1 relacionada ao abastecimento de \u00e1gua, tanto para consumo humano quanto animal (Foto: Lu\u00eds Dorneles Lopes\/Epagri)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme o setor de meteorologia da Epagri\/Ciram, as massas de ar quente durante o ver\u00e3o de 2025 foram persistentes e intensas, provocando ondas de calor no Sul do Brasil. Em Santa Catarina, esse ar quente impediu a chegada de um dos sistemas meteorol\u00f3gicos respons\u00e1veis pela chuva em larga escala: as frentes frias, que neste ver\u00e3o se deslocaram mais para o sul, atingindo o Uruguai e o Rio Grande do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA maior parte da chuva ocorreu em forma de pancadas isoladas no final da tarde e \u00e0 noite, caracter\u00edsticas t\u00edpicas da esta\u00e7\u00e3o. A distribui\u00e7\u00e3o da precipita\u00e7\u00e3o foi desigual, com a escassez mais acentuada especialmente do Extremo Oeste ao Meio-Oeste\u201d, explica a meteorologista Marilene de Lima.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Munic\u00edpios afetados<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>De acordo com o setor de hidrologia da Epagri\/Ciram, 16 munic\u00edpios de Santa Catarina enfrentam seca moderada at\u00e9 o momento: Barra Bonita, Bandeirante, Belmonte, Guaraciaba, Itapiranga, Para\u00edso, Passo de Torres, Piratuba, Princesa, Romel\u00e2ndia, Santa Helena, Santiago do Sul, S\u00e3o Jo\u00e3o do Oeste, S\u00e3o Jo\u00e3o do Sul, Tun\u00e1polis e Xanxer\u00ea. Apenas Passo de Torres e S\u00e3o Jo\u00e3o do Sul n\u00e3o est\u00e3o localizados nas regi\u00f5es Oeste e Meio-Oeste.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel dos rios, a Epagri\/Ciram aponta estiagem nos corpos d\u2019\u00e1gua de Guaraciaba, Monda\u00ed, Saudades, Tangar\u00e1, Conc\u00f3rdia e Santo Amaro da Imperatriz. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais grave nos rios de Guaraciaba, Tangar\u00e1 e Conc\u00f3rdia.\u201cEsse fen\u00f4meno hidrol\u00f3gico se agrava devido \u00e0s altas temperaturas nessas regi\u00f5es. As altas temperaturas aumentam a evapora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua no solo e a transpira\u00e7\u00e3o das plantas\u201d, explica o pesquisador em hidrologia da Epagri\/Ciram, Guilherme Xavier de Miranda Junior.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Culturas afetadas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Segundo o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agr\u00edcola da Epagri (Cepa), a falta de chuvas n\u00e3o afetou a safra de ver\u00e3o, como \u00e9 o caso do milho e da soja 1\u00aa safra, que est\u00e1 em fase de colheita. No entanto, lavouras como a soja, o milho e o&nbsp; feij\u00e3o 2\u00aa safra est\u00e3o sendo afetadas, com uma poss\u00edvel redu\u00e7\u00e3o na produtividade caso a estiagem persista.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gr\u00e3os<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo dados do monitoramento de safras realizado pela Epagri\/Cepa, cerca de 62% da \u00e1rea plantada com feij\u00e3o 2\u00aa safra em Santa Catarina est\u00e3o em desenvolvimento vegetativo. Para 86% da \u00e1rea plantada, as lavouras s\u00e3o consideradas boas, 7% m\u00e9dias e 7% ruins. \u201cDevido \u00e0 falta de chuva, a produtividade estimada dever\u00e1 cair significativamente, bem abaixo dos 1,8 mil kg\/ha esperados antes do agravamento da estiagem\u201d, afirma o analista de socioeconomia e desenvolvimento rural da Epagri\/Cepa, Jo\u00e3o Alves.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"481\" src=\"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/figura-2-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41338\" srcset=\"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/figura-2-2.jpg 640w, https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/figura-2-2-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><br>As lavouras de milho 2\u00ba safra est\u00e3o sofrendo com estresse h\u00eddrico,e estima-se queda na produtividade (Foto: Jacob Kafer\/Epagri)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No caso do milho 2\u00aa safra, Jo\u00e3o Alves relata que na microrregi\u00e3o de Conc\u00f3rdia muitas lavouras foram perdidas devido ao excesso de calor e \u00e0 falta de umidade. J\u00e1 nas microrregi\u00f5es de Chapec\u00f3 e S\u00e3o Miguel do Oeste, as lavouras em fase de desenvolvimento e florescimento est\u00e3o sofrendo com estresse h\u00eddrico, e estima-se queda na produtividade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em todo estado, cerca de 62% da \u00e1rea plantada com milho 2\u00aa safra est\u00e1 em desenvolvimento vegetativo e as condi\u00e7\u00f5es das lavouras est\u00e3o ficando piores na medida em que a estiagem avan\u00e7a. At\u00e9 o final da primeira quinzena de mar\u00e7o, em 71% da \u00e1rea plantada, as lavouras s\u00e3o consideradas boas, 21% m\u00e9dias e 8% ruins.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"481\" src=\"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/figura-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41339\" srcset=\"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/figura-3.jpg 640w, https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/figura-3-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A produtividade estimada do feij\u00e3o 2\u00aa safra dever\u00e1 cair significativamente, bem abaixo dos 1,8 mil kg\/ha \nesperados antes do agravamento da estiagem\n (Foto: Jacob Kafer\/Epagri)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 soja 2\u00aa safra, as poucas chuvas ocorridas desde o in\u00edcio de mar\u00e7o n\u00e3o foram suficientes para garantir o bom desenvolvimento da cultura. Na microrregi\u00e3o de Chapec\u00f3, em fun\u00e7\u00e3o da estiagem, a produtividade estimada est\u00e1 em torno de 2,7 mil kg\/ha. Em cerca de 72% da \u00e1rea plantada desse gr\u00e3o no estado, as plantas est\u00e3o em desenvolvimento vegetativo e 27% em fase de flora\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de lavoura, at\u00e9 o momento, em 86% da \u00e1rea plantada, as lavouras s\u00e3o consideradas boas, 9% m\u00e9dias e 5% ruins.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pecu\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As pastagens tamb\u00e9m est\u00e3o sendo impactadas pela falta de \u00e1gua, o que, somado ao estresse t\u00e9rmico dos animais, pode prejudicar a produ\u00e7\u00e3o e a reprodu\u00e7\u00e3o tanto de bovinos leiteiros quanto de corte. \u201cIsso pode aumentar os custos de produ\u00e7\u00e3o devido \u00e0 necessidade de uma maior suplementa\u00e7\u00e3o com silagem e concentrados\u201d, explica Sidinei Weirich, extensionista rural do Departamento Estadual de Extens\u00e3o Rural e Pesqueira da Epagri (DERP).<\/p>\n\n\n\n<p>Ele tamb\u00e9m destaca a atual dificuldade relacionada ao abastecimento de \u00e1gua, tanto para consumo humano quanto animal. \u201cCerca de 400 propriedades j\u00e1 foram atendidas pelas prefeituras municipais com \u00e1gua para dessedenta\u00e7\u00e3o animal, e 200 para consumo humano\u201d, informa o extensionista.<\/p>\n\n\n\n<p>Sidinei tamb\u00e9m observa que os pecuaristas que seguem o sistema recomendado pela Epagri, com pastagens perenes de ver\u00e3o, est\u00e3o enfrentando menos dificuldades com a falta de forragem para os bovinos. \u201cAgricultores que adotam boas pr\u00e1ticas de manejo do solo, como o uso de palhada, plantas de cobertura e terra\u00e7os, est\u00e3o conseguindo manter suas culturas menos impactadas pela seca\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Abril deve chover pouco no Oeste Catarinense<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong><a href=\"https:\/\/ciram.epagri.sc.gov.br\/index.php\/2025\/03\/28\/climatica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">m\u00e9dia clim\u00e1tica de chuvas em abril&nbsp;<\/a><\/strong>apresenta uma redu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos meses de ver\u00e3o, variando entre 130 e 190 mm nas regi\u00f5es Oeste e Meio-Oeste de Santa Catarina. De acordo com a Epagri\/Ciram, em abril de 2025, a precipita\u00e7\u00e3o no Oeste Catarinense deve ficar abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica, com per\u00edodos de chuva alternando com dias mais secos. Nas demais regi\u00f5es do estado, a chuva se mant\u00e9m pr\u00f3xima da m\u00e9dia, com registros pontuais acima da m\u00e9dia no litoral. Para os meses de maio e junho, a previs\u00e3o indica chuvas dentro da m\u00e9dia em todo o estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s temperaturas, espera-se que, de abril a maio, as temperaturas fiquem acima da m\u00e9dia climatol\u00f3gica. Embora a tend\u00eancia seja de dias mais quentes que o comum para a \u00e9poca, epis\u00f3dios de frio mais intenso s\u00e3o previstos para o Sul do Brasil, especialmente em maio, com noites e madrugadas de temperaturas significativamente mais baixas e forma\u00e7\u00e3o de geada, principalmente do Extremo Oeste ao Planalto. A partir de junho, a atua\u00e7\u00e3o das massas de ar frio tra<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es e entrevistas:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Guilherme Xavier de Miranda Junior, pesquisador em hidrologia na Epagri\/Ciram, fone (48) 366-5512<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Jo\u00e3o Alves, analista de socioeconomia e desenvolvimento rural da Epagri\/Cepa, fone (48) 3665-5075<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Marilene de Lima, meteorologista da Epagri\/Ciram, fone (48) 3665-5177<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Sidinei Weirich, extensionista rural do Departamento Estadual de Extens\u00e3o Rural e Pesqueira da Epagri, fone (48) 3665-5323<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Informa\u00e7\u00f5es para a imprensa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Isabela Schwengber, assessora de Comunica\u00e7\u00e3o da Epagri: (48) 3665-5407\/99161-6596<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As chuvas mal distribu\u00eddas e o calor intenso registrados entre janeiro e mar\u00e7o de 2025 t\u00eam afetado munic\u00edpios das regi\u00f5es Oeste e Meio Oeste de Santa Catarina, provocando um cen\u00e1rio de estiagem. 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